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Geração ansiosa e o grito silencioso por uma vida real

  • Writer: Matheus Contador Soares
    Matheus Contador Soares
  • Jun 10, 2025
  • 1 min read

Terminei de ler Geração Ansiosa, de Jonathan Haidt, e confesso: fiquei chocado, assustado — e inquieto. O livro traz dados e análises que escancaram o impacto das redes sociais e smartphones na saúde mental da Geração Z. Não dá mais para fingir que é normal. Os gráficos que Haidt apresenta são alarmantes: mostram saltos nos índices de depressão, automutilação e ansiedade em crianças e adolescentes, especialmente a partir de 2010, quando a vida em redes sociais se consolidou como norma. Mais do que números, o livro traduz algo que muitos sentem, mas poucos conseguem nomear: a angústia contínua de viver sob observação.


A ansiedade de postar algo e saber, imediatamente, o que as pessoas acharam sobre o post, invade a ansiedade de tomar qualquer decisão ou posição, com medo do que os outros vão achar.


Pode-se pensar que "sempre foi assim", mas não. Assim, desse jeito e nessa intensidade, nunca! Os números de internação por automutilação, depressão, entre outros, são assustadores após 2010..


Achamos normal viver essa vida e, em certos casos, há uma relação direta com nossos trabalhos. Porém, existem diversas maneiras de obter presença digital estratégica, adaptando aos nossos anseios e - verdadeira - vontade de viver uma VIDA REAL.


Com a leitura desse livro, adotei hábitos saudáveis. Reduzi notificações. Me afastei de comparações. Voltei a escrever com mais presença. E, aos poucos, venho me reconectando com o que realmente importa: uma vida real.


Sempre é bom ser transformado por conhecimento!


 
 
 

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