A urgência de ética e bem-estar na era da IA
- Matheus Contador Soares
- May 20, 2025
- 1 min read
“Há urgência em estar vivo…" mas será que estamos mesmo?
A vida digital — ou onlife, como já se diz — está cheia de facilitadores e otimizadores virtuais. A inteligência artificial generativa é um dos grandes exemplos disso. Tudo isso é excelente - e uso muito. Porém, temos de analisar o tipo de usabilidade dessas ferramentas. Ferramentas como o ChatGPT podem ser extraordinárias para estudantes, pesquisadores, criadores e profissionais. Mas, como toda tecnologia poderosa, ela traz riscos — e o maior deles talvez seja a erosão do nosso pensamento autêntico.
Essa batalha é subjetiva, pois cada um vai utilizar da plataforma de um jeito distinto, mas devemos estar alertas para os perigos eminentes:
A perda do hábito de pensar.
A desorganização mental.
A dificuldade crescente de escrever com clareza.
O esquecimento da ética.
A ausência do bom senso.
A falta de humanidade.
Deixo para você, leitor, fazer uma autorreflexão de como está lidando com a IA. Toda nova tecnologia deve ser bem recebida, porém - também - bem analisada e cautelosamente utilizada.
Se precisamos viver — e viver bem — nesta vida digitalizada, será que estamos mesmo dispostos a pensar por conta própria?
Sendo um 'usuário' ou não, faça um bem para si: "Onde quer que pise, ande onde quiser, aceite as consequências do que acha que te faz melhor".
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